quinta-feira, julho 7

Razão e sensibilidade


"Vem no braço, Cruvinel!"

A mesa redonda do Jô quase virou uma arena de guerra na noite desta quarta-feira. Faltou pouco para que Ana Maria Tahan saísse no tapa com a colunista Tereza Cruvinel. Inebriada com a promoção recente no Jota, a loura não queria saber de ser interrompida no meio do seu... vá lá, raciocínio. E não foi só isso.

Além de brigar pela palavra, ela fez questão de retaliar a colega em cadeia nacional. Enquanto a Cruvinel analisava a crise, Ana gesticulava para o gordo, rodava o indicador ("depois sou eu!") e fazia aquele "T" de treinador de vôlei quando pede tempo.

No fim, a revanche. Quando a loura disparou o falatório pela décima-oitava vez, a cabocla do Globo não segurou o comentário: "Ihhh, começou". E então, certa de que as câmeras fechavam close na Ana, ficou rindo e olhando para baixo até que a madame fechasse o bico.

Brincos - Além do silêncio de Ana no primeiro bloco, outro fenômeno inusitado chamou a atenção dos telespectadores. A editora chefe do Jota, sempre discreta, escalou dois brincos compridos e dourados para o debate. Ela falava e o da orelha direita balançava, enquanto o da esquerda permanecia imóvel.

E no Rio... - A Lucia Hippolito, que estudou e sabe que persistir no erro é burrice, deve ter rido bastante no sofá de casa.

1 Comments:

At 08 julho, 2005 20:00, Blogger Simone said...

eu não quis assistir para não chorar, mas as descrições que ouvi deste "debate" me fizeram querer processar o Jô por denegrir a imagem das mulheres jornalistas.

 

Postar um comentário

<< Home