quarta-feira, dezembro 21

Amigos do chefe


BAJULAÇÃO - "Belo pouso, comandante"

A Varig, que é um dos nossos símbolos no mundo, está agora em mãos seguras e pronta para voar em Céu de Brigadeiro. O empresário Nélson Tanure, diretor-presidente da Cia. Docas e da Editora JB, realizou o seu sonho: manter a Bandeira do Brasil voando pelo mundo, levada pelos aviões da Varig... Varig... Varig...

(Gilberto Amaral, JB Brasília, 14/12)

**

ASSINE A concorrência e ganhe cinco mil milhas na empresa do Tanure. Varig, Varig, Varig! É brincadeirinha, viu?... Com os parabéns da coluna à notável empresa aérea, que todos amamos, agora sob a gestão de um homem empreendedor, corajoso e capaz...

(Hildegard Angel, JB, 13/12)

16 Comments:

At 21 dezembro, 2005 18:07, Anonymous Anônimo said...

Por outro lado...

Espiritismo & negócio
Pai-de-santo garante: 2006 vai ser o ano da Varig. Precisa ver se não levou algum de Nelson Tanure.

Tutty Vasques(21/12)

 
At 21 dezembro, 2005 23:14, Anonymous Burphan said...

Adulação não tem limites. A Hilde pode perder seus espaços de jabás e picaretagem, mas continua agarrada no saco do nebuloso Tanure. Vamos ver quando for defenestrada do Centenário...

Aí, e só então, é capaz de soltar algumas das pilantragens que o patrão atual cometeu. Afinal, o mecanismo mental do mau caráter é o mesmo: o adulador de hoje é sempre o detrator de amanhã.

Dispensados em nome da sinergia, a Hildesinha e todos outros puxa-sacos poderiam a abrir o bico a partir do principal: qual a origem dos U$ 112 milhões que o baiano diz possuir para comprar a Varig?

 
At 22 dezembro, 2005 00:30, Anonymous Anônimo said...

Retirado do blog de um jornalista do JB:

"Tudo começou depois que a Editora Chefe Ana Tahan começou a aparecer no Programa do Jô Soares, debatendo com outras figuras femininas os nuances da política brasileira. Ana Tahan sempre foi uma mulher insuportável. Competitiva, carreirista, ela é dessas pessoas que praticam o jornalismo simplesmente como um instrumento de poder. O jornalismo em si não tem significado algum. O que conta é como o jornalismo pode se tornar um instrumento para barganhar poder. Como disse, ela sempre foi insuportável. Depois que começou a aparecer na TV ela conseguiu ficar mais insuportável ainda. A bruxa oxigenada, como ela é chamada pelas meninas da redação, parou de cumprimentar os colegas do jornal. Graças ao Jô, ela não responde mais aos cumprimentos dos colegas de trabalho, da equipe da qual ela é chefe".

 
At 22 dezembro, 2005 00:32, Anonymous Anônimo said...

Mais:

"É impressionante o que a TV pode fazer com a cabeça de uma pessoa. Ana Tahan está se achando a grande dama do jornalismo brasileiro. A diva incompreendida da imprensa brasileira. A doidivanas acredita piamente que está revolucionando o jornalismo com seus artigos sem pé nem cabeça e suas opiniões sem conteúdo no programa do Jô. Na hora do cafezinho Tahan é o assunto favorito dos colegas da redação, que gostam de debochar da risada da jornalista, que tem uma gargalhada histérica. Quando ela ri o Rio Comprido inteiro escuta e tampa os ouvidos, porque é uma risada estridente, chata, nervosa e irritante".

"Ana Tahan é uma especialista em puxar tapetes no JB. Primeiro ela puxou o tapete do Marcus Barros Pinto, com quem dividia a chefia de redação, um jornalista maravilhoso, sério, profissional, que vestia a camisa do jornalismo e dignificava a sua profissão. Foi muito gratificante poder conviver na redação com um editor como Marcus Barros Pinto, que sabia respeitar e valorizar o trabalho da sua equipe. Mas a emergente Ana queria ser Editora sozinha e tratou de despachar o colega. Ultimamente a fofa tem puxado vários tapetes no jornal já que ela está se achando a grande, a notória, a maravilhosa. Ana Tahan quer tudo para si".

 
At 22 dezembro, 2005 00:34, Anonymous Anônimo said...

O jornalista é o Waldir Leite, da equipe da Hilde.

 
At 22 dezembro, 2005 01:58, Anonymous Anônimo said...

Kakakakakakaakakakaaaakakkakakaa!
A gaiola das loucas tá balançando!

http://waldirleite.blogspot.com/

Cada uma pendurada num saco diferente!

 
At 22 dezembro, 2005 02:23, Anonymous Anônimo said...

Ninguem merece...

 
At 23 dezembro, 2005 15:01, Anonymous Anônimo said...

Até quando essa puxa-saquice explícita vai durar???????? Não é possível um coisa dessas, meu Deus. Por favor, alguém dê um tiro na Hildegard, a mulher mais sem noção desse jornal.

 
At 23 dezembro, 2005 18:04, Anonymous Anônimo said...

exagero. tahan e marquinhos se dão bem até hoje.
agora como é que o tanure tem grana pra comprar a varig e nao me paga três notas fiscais atrasadas? pilantra.

 
At 28 dezembro, 2005 00:18, Anonymous EP said...

Dá licença que vou ali ao lado vomitar.

 
At 30 dezembro, 2005 06:17, Anonymous Anônimo said...

Vai ali embaixo, é melhor... Mas corre, aproveita que ainda tem saquinho!!!

 
At 17 março, 2007 19:24, Anonymous Anônimo said...

Excellent, love it! »

 
At 02 janeiro, 2008 01:15, Anonymous Anônimo said...

A jornalista Ana Tahan foi minha colega de Faculdade na ECA/USP e nos formamos no mesmo ano.Eu imaginava que ela era realmente uma boa jornalista,que tinha evoluído muiiiiiito desde aqueles primórdios.Fizemos apenas um trabalho juntas,uma prova especificamente. Eu ditava, ela escrevia.Formada,tremi nas bases ao ser convidada para editar a revista FIPE, por me sentir insesgura,pois trabalhava num Departamento anexo,era respeitada por meus serviços e " medrei "diante de um possível fiasco.Hoje, lendo o que minha cara colega faz aos seus "profissionais",me senti abestada,puxar tapetes? Então foi nisso que se especializou? Que decepção. Agora, só me pergunto por que ela aboliu o sobrenome "Bretas"? Eu a conheci por Ana Maria Bretas Tahan. Mistério.

 
At 27 novembro, 2008 15:45, Anonymous Anônimo said...

Ana, se por acaso você vier a ler, fica aqui as minhas desculpas, de coração, das dores que te proporcionei quando você ainda morava em SPaulo na rua 13 de maio e eu trabalhava na CMTC, mais precisamente na Assessoria de Imprensa.
As vezes a vida não nos dá escolhas. Agimos pelo impulso, pelo coração. Com o tempo, com a maturidade, a gente consegue avaliar e medir os nossos atos. Desculpas por si só não representa nada. Desculpa 10, 100 vezes...

 
At 04 janeiro, 2013 11:03, Anonymous Anônimo said...

Eu (anônima), trabalhei com a Ana no JB, num período que reuniu gente formidável, tais como: Armando Figueiredo, Milton Rocha, Salvador Silva, Aristeu Moreira, Fernando Zamith, Inês Caravaggi, Neumânne, Franklin Arruda, Mascaro, Augusto Mário, dentre outros.
E é impressionante, o quanto, já naquela época, ela se sobressaia por conta da postura de extrema arrogância.
Só há lamentar e relembrar o velho (estamos todos) provérbio: "O tempo faz com os homens o mesmo que faz ao vinho: aos bons, melhora e aos ruins, azeda".

 
At 17 julho, 2013 01:08, Anonymous Anônimo said...

Ana morou comigo um bom tempo! Pessoa insuportável, mal educada, arrogante, invejosa! Uma pena! cheguei até a gostar dela!

 

Postar um comentário

<< Home